Departamento Médico do Ninho do Urubu vai cuidar da joia da base - Paula Reis / Flamengo

O jornalista Tulio Rodrigues, em seu Blog “Ser Flamengo”, relatou  a hostilidade aos jornalistas e a “censura” imposta às mídias independentes. Somente profissionais de rádio e TV foram permitidos, pela assessoria de comunicação do Clube, a fazerem perguntas na coletiva pós-jogo. A atitude foi vista como retaliação pelas críticas feitas pelos canais que fazem a cobertura diária do Flamengo. Antes, havia uma ordem de chegada, dentro de um grupo temporário no WhatsApp. Agora, é a assessoria de comunicação de futebol que escolhe quem pode fazer perguntas.

Alguns dos acontecimentos, divulgados pelo jornalista, reportamos aqui:

  • Em 11 de maio, Flamengo X Altos-PI, o youtuber João Guilerme, do Canal Flazoeiro, fazia um vídeo com análise do primeiro tempo quando sofreu uma interrupção de Cacau Cotta, contrário a fala do profissional. Em seguida, um convidado da Diretoria ameaçou invadir o espaço destinado à imprensa.No mesmo dia, Landim chegou ir à cabine de imprensa com diversos seguranças.
  • No dia 17, por ocasião do jogo do Flamengo X Universidad Católica, mais ataques. No twitter, o mesmo Cacau Cotta, ofendeu nossa reportagem nos chamando de palhaços e covardes.
  • Neste sábado, 21, após a vitória do Flamengo sobre o Goiás por 1 a 0, no Maracanã, um novo ataque ao “Flazoeiro”. Enquanto fazia a live sobre o jogo que terminara, o profissional acabou sendo hostilizado.

Vale lembrar que o time Rubro-Negro, em todas as ocasiões, foi vaiado e novos protestos foram feitos ao presidente Rodolfo Landim e ao vice de futebol, Marcos Braz.

 

SRN

Sílvia Lima

 

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