Gabigol
Gilvan de Sousa/CRF

Gabigol é ídolo do Flamengo. Até aí, nenhuma novidade, porém o artilheiro da equipe no ano, teve uma mudança, digamos, radical, em seu modelo de jogo, desde a chegada de Dorival Júnior e dupla de ataque com Pedro. Ao ser perguntado sobre suas novas “habilidades”, como roubar bola, abrir espaços e dar passes para os companheiros, o camisa 9 brincou, em entrevista ao GE:

“Estou ficando velho, né? (risos). No jogo do Fortaleza, o Dorival chegou em mim e falou: “Ó: você vai ser o capitão do time, tem um moleque de 17 e um de 18 do seu lado”. Aí eu falei para ele: “Pô, antigamente eu era o moleque mais novo, lá no Santos (risos). Eu acho que você vai mudando, aprendendo e crescendo.”

“E creio isso que isso só é bom para mim aqui no Flamengo. A gente não sabe o que pode acontecer daqui a um tempo, se vem outro jogador jogar ao meu lado ou se eu tenho que fazer outra função. Então estou ganhando com isso e creio eu que, hoje em dia, dar um passe, tirar uma bola importante ou fazer um movimento sem bola é como se fosse um gol para mim.”

“Eu acho que isso vai ser estudado com o professor Dorival (pontos fortes do rival). A gente sabe que vai enfrentar uma grande equipe, eles vêm crescendo bastante durante esses últimos meses, encontrando um jeito de jogar diferente de quando a gente os encontrou na Libertadores. Eles estão mais confiantes.”

“A gente sabe do potencial também de cada jogador individualmente, que pode decidir a qualquer minuto. E também a torcida deles, que é realmente incrível. Então tem tudo para ser um grande jogo. O campo é muito bom, então tem tudo para serem duas grandes finais.”

 

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