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Foto: CRF

Desde sua chegada, Paulo Sousa tenta implementar um processo de reformulação da faixa de capitão do Flamengo e, tem como favorito, Gabigol. No entanto, essa situação gerou ruídos no elenco, que ficaram expostos até dentro de campo. A informação é do jornalista Cahê Mota, do GE.

Até o fim do ano passado, a dinâmica era clara: Diego Ribas ficava com a faixa sempre que estivesse em campo, mesmo entrando no decorrer da partida. Everton Ribeiro vinha na sequência, com Diego Alves e depois Willian Arão. Porém, desde o início do ano, Paulo Sousa posicionou Gabriel em terceiro neste ranking, em decisão que gerou desagrado.

Deste modo, houve questionamentos se a postura de Gabriel fora de campo seria condizente ao posto de capitão. Contudo, o treinador entende que, além da necessidade de o processo de reformulação passar também pela liderança, o atacante dá exemplo pela forma como trabalha no dia a dia.

Os então líderes do elenco relembraram a disputa de pênaltis na Supercopa do Brasil, contra o Atlético-MG. Para eles, Gabigol deveria ter cobrado o 12º pênalti por ser o batedor oficial da equipe. Da beira do campo, Filipe Luís e Diego Alves gritaram e sinalizaram para que o camisa 9 assumisse a responsabilidade.

Logo, para pacificar o ambiente, Paulo Sousa escolheu Filipe Luís como capitão na final diante do Fluminense, pois é um nome de consenso em todos os subgrupos que passaram a existir. Apesar disso, não se sabe se manterá o lateral com a faixa no jogo da Libertadores, neste terça-feira (5).